Coordenadoria de Intercâmbio de Conhecimento
Coordenador: Luciano Nass luciano.nass@embrapa.br
A atuação internacional sempre foi uma prioridade da Embrapa com a finalidade de expandir os horizontes da pesquisa agrícola e consolidar a sua marca nacional e internacionalmente.
A cooperação científica ocorre por meio de projetos de Pesquisa e Desenvolvimento de interesse comum das instituições parceiras.
Com o advento da globalização, a Embrapa de forma pró-ativa tem estreitado laços estrategicamente com parceiros internacionais, com o intuito de promover trocas e avanços na pesquisa e consequentemente ao fortalecimento da agricultura brasileira.
A Embrapa mudou o formato de sua cooperação em uma via e a transformou em intercâmbio de conhecimento, com múltiplos instrumentos.
Os principais instrumentos da cooperação científica:
Cooperação Bilateral (acordo da Embrapa com uma instituição internacional)
Acordos Multilaterais (acordo com mais de uma instituição internacional)
Labex através destes laboratórios se busca uma relação de maior densidade estratégica e em visão programática de médio e longo prazos o que justifica a presença de pesquisadores da Embrapa nas instituições parceiras.
- Estados Unidos - ARS/1998
- Europa - Agropólis/2001
Wageningen/2006 - 2010
Rothamsted/2010
- Coréia do Sul - RDA/2009
- China/2011
Plataformas Temáticas
- Nanotecnologia:
Resultados promissores têm sido obtidos no desenvolvimento de filmes comestíveis para uso como embalagens para aumentar a vida útil de frutas e hortaliças; nanoestruturas de polímeros condutores como a da língua eletrônica que avalia a qualidade de bebidas como café, sucos, vinho, leite e água; nanofibras para uso como pele artificial.
- Cultivares resistentes à seca e ao calor:
Em cooperação com o Japão, a Embrapa está introduzindo genes de resistência à seca e ao calor, desenvolvidos por cientistas daquele país, em variedades de soja brasileiras.
