Uma reunião de dois dias, estratégica por reunir esforços de várias
instituições e órgãos governamentais no sentido de definir metodologia
de implementação do Plano Amazônia Sustentável (PAS), encerrou nesta
quatra-feira (1) na Embrapa Amazônia Oriental (Belém/PA), Unidade da
Empresa Brasileira de Pesquisa Agropecuária - Embrapa, vinculada ao
Ministério da Agricultura, Pecuária e Abastecimento.
O Plano Amazônia Sustentável (PAS) busca desenvolvimento econômico e
social com respeito ao meio ambiente. Em cada Estado da região
amazônica haverá um Território da Cidadania eleito, no qual o PAS será
desenvolvido em parceria com várias instituições.
O Pará foi escolhido para ser o primeiro Estado da Amazônia a colocar
em prática metodologias de atuação interinstitucional nos Territórios
da Cidadania vinculados ao PAS, sendo o território escolhido o Nordeste
Paraense.
“Um dos resultados dessa reunião é o mapeamento dos arranjos produtivos
identificados para o Nordeste Paraense. Num segundo momento, será
construído um modelo de ação conjunta para ser levado a Territórios da
Cidadania de outros Estados da Amazônia”, informou a diretora executiva
da Embrapa, Tatiana Deane de Abreu Sá.
O foco inicial no Nordeste Paraense, como explica Ariel Pares,
sub-secretário de Ações Estratégicas da Presidência da República,
deve-se ao fato de esse ser um território onde já atuam diversas
instituições que vão ser parceiras no PAS em nível regional. “Além
disso, uma parcela significativa de pequenos agricultores, que atuam de
forma organizada e mobilizada, já são beneficiários de diversos
programas do governo federal, estadual, municipal e de entidades
não-governamentais”.
De acordo com a diretora Tatiana Sá, além de fortalecer políticas com
as instituições parceiras nas ações no Território da Cidadania, a
Embrapa tem muito a contribuir no que diz respeito a pesquisas que
resultem na transferência de tecnologias de impactos sócio-ambientais
positivos ao Nordeste Paraense, seja no manejo da floresta em pé (para
geração de produtos madeireiros e não-madeireiros) como em Sistemas
Agrosilvipastoris recomendados para a região.
Izabel Drulla Brandão (MTb 1084/PR)
Embrapa Amazônia Oriental
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Colaboração: Agna Soares.