Transferência de alternativas tecnológicas para convivência com a Sigatoka-negra em bananeira no Estado do Acre

Informe múltiplos e-mails separados por vírgula.

imagem

Foto: IMBROISI, Bruno de Andrade

No Brasil, a banana está difundida em todo o território nacional, sendo consumida sobretudo na forma in natura como parte da alimentação das populações de baixa renda, tanto por seu valor nutritivo como pelo custo relativamente baixo. No Acre, a cultura da banana, que é a principal atividade agrícola dentre as culturas perenes e uma das principais fontes de renda para o agricultor familiar, sofre com a doença mais severa da bananeira, a Sigatoka-negra (Mycosphaerella fijiensis).

Como não existem cultivares resistentes de banana do subgrupo Terra que possam ser utilizadas como substitutas da banana comprida (cv. D'Angola), a mais plantada pelos produtores do Acre, os prejuízos na produção têm sido grandes. A utilização de alternativas de controle da doença tem por finalidade manter a produtividade dos bananais no Estado e retardar a dispersão da doença para outros centros de produção e, desse modo, proteger os bananais estabelecidos nas demais regiões produtoras do Brasil.

Nesse contexto, este projeto objetiva validar duas tecnologias (controle químico e sombreamento parcial do plantio) para convivência com a Sigatoka-negra em bananeira, em especial a banana comprida (cv. D'Angola), dando suporte à implantação do Sistema de Mitigação de Risco para Sigatoka-negra no Acre. As tecnologias foram instaladas em seis unidades de observação em áreas de produtores, onde são realizadas avaliações fitopatológicas, fitotécnicas e econômicas. O projeto também conta com ações de transferência e comunicação visando à apropriação dessas tecnologias pelos agricultores.

Ecossistema: Amazônico

Situação: concluído Data de Início: 03/2012 Data de Finalização: 10/2015

Unidade Lider: Embrapa Acre

Líder de projeto: Sônia Regina Nogueira Stephan

Contato: sonia.nogueira@embrapa.br

Galeria de imagens