Desenvolvimento de tecnologias para o controle de podridão olho de boi em maçãs

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As maiores perdas de maçãs armazenadas são por podridões conhecidas como podridão olho de boi. Segundo estimativas do setor, representa perdas de até 20% no período final da armazenagem dos frutos, chegando de 50 a 70 mil toneladas de maçãs por safra. O uso de produtos naturais, com princípios bioativos, pode ser uma ótima alternativa para o manejo integrado de doenças. O uso de produtos bioativos vegetais incorporados em revestimentos comestíveis podem viabilizar a manutenção da qualidade das maçãs pós-colheita e reduzir a incidência de podridões. Estes revestimentos são formulados com o propósito de servirem de matriz para a inclusão dos compostos bioativos, atuam ampliando a vida útil dos produtos frescos, diminuindo a taxa respiratória, senescência, perda de textura, cor e menor suscetibilidade da fruta às infecções. Esta proposta busca desenvolver tecnologias de manejo para reduzir as perdas pós-colheita nos sistemas de produção de macieiras de Santa Catarina e Rio Grande do Sul. O projeto envolve duas Soluções de Inovação: -Formulação com óleos essenciais para a redução das perdas pós-colheita causadas pela podridão olho de boi em maçãs e - Armazenamento de maçãs em atmosfera controlada dinâmica (ACD).

Situação: em execução Data de Início: 06/2020 Data de Finalização: 05/2024

Unidade Lider: Embrapa Uva e Vinho

Líder de projeto: Andréia Hansen Oster

Contato: andreia.hansen@embrapa.br